Num país de gênios na música como Tom Jobim, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Pixinguinha e Lupicínio Rodrigues, revolucionários no esporte, vide Pelé e Senna e inesquecíveis dramaturgos como Nelson Rodrigues e Oswald de Andrade, podemos nos orgulhar de nossa infinita criatividade.
Ou não.




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