O jornalista argentino Gonzalo Otálora escreveu o livro Feo, algo como sua autobiografia. Ele fala de um homem que usa lentes grossas nos olhos e é desprovido de um pouco de graça.
Otálora também ressaltou em sua obra o lado bom de tanta feiúra. E destacou o que chama de “Decálogo do feio”. Confira:
Não somos enganados
Jamais uma viúva negra poderá nos dar o golpe. Nós feios temos um radar. Se alguma menina linda quiser ficar com um de nós e, em seguida, desejar ir para nossa casa, isso significa que algo está errado.
Nenhuma pessoa irá nos acusar de assédio sexual no trabalho. Isso é certo devido a lógica das circunstâncias.
As mulheres lindas são acusadas de saírem com os chefes para conseguirem escalar posições. Mas, se um feio “subir” na carreira, ninguém irá duvidar de sua capacidade para tal posto.
Muitos homens acabam pobres depois de se envolverem em um relacionamento.
Não precisamos vencer o fantasma do corpo perfeito, pois ninguém irá se comparar conosco.
Depois de superar a primeira impressão, as brincadeiras e tudo mais, se alguém ficar apaixonado por um feio, pode ter certeza que este é o amor mais honesto de todos.
Não precisamos esperar para entrar em um boliche, por exemplo. Nenhum segurança quer nos ter como companhia, eles logo nos mandam entrar.
Não sofremos com a burocracia estatal ou privada. Tal como vemos no item anterior, as pessoas nos atendem muito rápido.
Podemos economizar
Se pararmos de brigar frente ao espelho e atirarmos a balança pela janela, terminamos com a angustia e economizamos uma grana.
Os feios merecem o Prêmio Nobel da Paz. Dizem que aos 11 anos desapareci de casa e fui abduzido. Os extraterrestres me analisaram e disseram: “Se os humanos são assim, melhor pararmos de nos contagiar. Não convém invadir o planeta Terra”. Nós salvamos a humanidade.




1 Comentários:
asashhsahshsu
Muuitoo Boom !.
^^)
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